quinta-feira, 19 de março de 2009

Recomeçando...

Mais uma etapa se inicia...


Chegamos ao VI Semestre




Algumas reflexões...


Durante o período letivo de 2008/2 tive a oportunidade de aprender sobre a organização e gestão da educação em seus aspectos organizacionais e políticos, entendendo, assim, os avanços e as transformações que estão ocorrendo na educação hoje e, a partir disso, acreditar em uma nova forma de educação, trabalhando no aprimoramento e qualidade do processo de gestão nas escolas, além disso, refleti muito sobre questões de ordem administrativa, financeira e pedagógica que tornam concreto o exercício da autonomia escolar e aprendi, com isso, que a escola da atualidade tem a necessidade de repensar alguns fundamentos da educação, quebrar paradigmas e inserir a interdisciplinaridade e a pedagogia de projetos.
Com a elaboração do PA, percebi que os projetos são muito importantes, pois fazem com que o próprio aluno busque o seu desenvolvimento no processo de aprendizagem, através da pesquisa, do trabalho em grupo, da troca de experiências, diminuindo uma grande distância entre a realidade vivida pelos alunos e os conteúdos que constituem os currículos escolares. Estes projetos além de trazerem todos esses benefícios de auto-desenvolvimento, também são excelentes para o professor identificar a evolução do aluno no processo de aprendizagem, bem como as dificuldades que precisam ser trabalhadas.
Para 2009... espero, realmente, não passar por momentos tão turbulentos como passei em 2008, mas sim adquirir conhecimentos que preencham as lacunas que tenho sobre a educação de crianças com necessidades especiais e que há muito tempo me causam uma certa angustia por não ter muitos conhecimentos sobre o assunto. Espero conseguir conciliar todas as minhas atividades e realizar meus trabalhos em dia, pois desde o ano passado abri mão de um turno para poder me dedicar mais à Faculdade. Enfim, espero aprender muito e aprimorar a cada dia a minha prática docente.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Auto-avaliação sobre a participação no PA

Com o Projeto de Aprendizagem eu aprendi a...

A elaboração do Projeto de Aprendizagem foi um grande desafio para mim. No início do projeto eu estava bem tranqüila e, de certa forma, bem acomodada com a proposta, pois julgava dominar a elaboração de Projetos de Aprendizagem e em momento algum imaginei que ele seria desenvolvido a partir das dúvidas e das perguntas que nós tínhamos, tentando responder as nossas dúvidas por meio de pesquisas e interação.

Após as primeiras tentativas de desenvolver o PA, comecei a ficar muito ansiosa, pois não estava conseguindo compreender qual era a proposta. Inicialmente, sentia necessidade de interagir pessoalmente com minhas colegas de grupo, não conseguia imaginar um trabalho em grupo sem que o grupo se encontrasse pessoalmente e discutisse as possíveis dúvidas e certezas. Iniciei o PA com uma visão de trabalho coletivo e tive dificuldade de quebrar esse paradigma. Após algumas semanas um pouco atrapalhadas, percebi que é possível trabalhar em grupo e à distância, com grande independência.

Aprendi a ser mais independente e me posicionar frente a um determinado assunto, mas para isso percebi que precisava estar preparada para defender minhas idéias e para isso precisava estar informada, ou seja, precisei pesquisar bastante para poder contribuir com o PA. O meu crescimento foi muito grande, e percebido pelas trocas e interações dentro do projeto e a partir da elaboração dos mapas conceituais, nos quais ficou evidente o crescimento do grupo e o entendimento do assunto que estávamos pesquisando. A interação foi o ponto mais forte deste trabalho, mas senti que o trabalho, após compreendido, fluiu com mais facilidade devido a sintonia do grupo. Cada uma evoluía a partir de suas limitações e avançando em suas aprendizagens individuais e coletivas. Cada idéia que os componentes tinham, eram valorizadas pelo grupo, assim nos sentíamos valorizadas e mais animadas para contribuir com o grupo.

Não é uma tarefa muito fácil avaliar a si mesmo, mas revendo tudo o que foi construído e todos os conhecimentos que eu adquiri durante o processo de desenvolvimento do PA me sinto satisfeita, pois desenvolvi o hábito de pesquisa e investigação, além de conseguir interagir com o grupo em ambientes informatizados. Senti-me motivada a desenvolver a pesquisa e aprendi a trabalhar de forma cooperativa, tomando uma posição real de minhas limitações e de minhas possibilidades.

Ao rever os registros dos textos de interações e pesquisas realizadas em grupo e individualmente, as imagens, as várias páginas criadas com o resultado de nossas aprendizagens, o fórum de discussões, o diário de bordo, me possibilitou uma melhor compreensão da construção do conhecimento adquirido com o PA. Percebi que cada indivíduo envolvido no processo pode estar desenvolvendo a auto-crítica também.

Dessa forma, eu acredito que poderia ter contribuido mais ainda com o trabalho, pois como nos últimos dias estive com problemas... não pude contribuir tanto quanto eu gostaria. Mas como o nosso grupo tem uma excelente sintonia, daremos continuidade ao PA e continuaremos com nossas pesquisas.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Reflexão do Fórum sobre os elementos fundamentais à gestão democrática escolar

03/12/2008 23:25:30

Olá colegas, professores e tutores!!

Finalmente cheguei a esse Fórum...
Adorei os vídeos, os quais me levaram a perceber que, atualmente, não se pode conceber um processo educacional fundamentado em gestão que não seja democrática, que não envolva e comprometa todos os segmentos da comunidade escolar, bem como agreguem todos os profissionais da educação envolvidos no processo educativo, principalmente por ver como, no vídeo, é defendida a idéia de que quanto mais atores mais rico será o processo de democratização e mais rico será o produto final.
A gestão democrática depende das ações concretas que tragam a participação de todos, dando voz e vez à comunidade, compartilhando decisões e assuntos sobre a escola, envolvendo, assim, a comunidade escolar, de forma participativa, nas decisões administrativas, financeiras e pedagógicas também, dessa forma, os professores precisam aceitar que a comunidade também tem o que dizer também no campo pedagógico.
Um dos professores entrevistados no vídeo deixa bem claro que para haver mudanças na forma de reger a escola, dando abertura para a participação é necessário oportunizar a participação da comunidade, criar possibilidades para que a comunidade possa participar, pois participação se aprende participando.
Acredito que a participação democrática deve começar já dentro da sala de aula, mesmo nas séries iniciais, para que as crianças cresçam sabendo participar das decisões da sociedade, desenvolvendo competências especiais indispensáveis para viver em um mundo globalizado repleto de contradições, ao mesmo tempo em que saibam, coletivamente, buscar soluções para problemas comuns.

Abraços a todos, Lucele
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03/12/2008 23:56:21

Colegas,

Na verdade, a gestão democrática não é fácil, pois quanto maior for a participação, maior será o número de opiniões. Com mais pessoas envolvidas não é tão fácil se chegar a um consenso. Por isso, em muitas escolas, os diretores, professores e funcionários ainda monopolizam as oportunidades de participação da comunidade, em nome da competência pedagógica, evitando interferências dos servidores e de pais de alunos.
Para que a gestão democrática realmente acontecesse nas escolas, deveria ser abolida a idéia de autoritarismo e centralização que o cargo de diretor culturalmente carrega consigo e que ainda é extremamente forte. A meu ver, realizar uma gestão democrática significa acreditar que todos juntos têm mais chances de encontrar caminhos para atender às expectativas da sociedade a respeito da atuação da escola.
O professor Jorge Najjar, faz uma excelente conclusão da importância da Gestão democrática:
A gestão democrática pode trazer uma nova escola, com nova qualidade.
O caminho, indispensável à solução dos problemas que a educação brasileira enfrenta, é a democratização da própria escola.

Até breve, Lucele

Reflexão do Fórum sobre Maturana

11/09/2008 14:02:15

Olá colegas e profe @n@...
Não sei se estou enganada, mas eu percebi uma forte semelhança da teoria estudada com Maturana com o construtivismo. Senti que esta teoria poderia embasar o construtivismo, pois defende que o ser humano constrói o seu conhecimento a partir da interação com o mundo e com os objetos deste, visto que o conhecimento não se limita ao recebimento de informações. Conforme o texto, o ser humano é um ser autônomo e auto-produtor, capaz de produzir o seu conhecimento a partir da interação com o meio. Isso se resume na frase: Todo fazer é um conhecer e todo conhecer é um fazer. Dessa forma, consigo compreender como é difícil para nossos alunos aprender se limitando apenas a receber passivamente informações vindas do professor.

Um abraço, Lucele

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11/09/2008 14:31:30

Pessoal!!!

Enquanto eu lia o texto, fui vendo a necessidade de manter relações de afeto com meus alunos, de forma a configurar uma relação baseada no amor.
Pelo que eu entendi, essa relação entre o professor e o aluno pode interferir no processo de aprendizagem, facilitando-a, quando baseada no amor, ou dificultando-a quando baseada no medo.
Isso tudo me fez lembrar de um caso que estou vivendo em minha família: o meu afilhado tem muito medo de uma de suas professoras, a qual busca manter essa relação de medo, que para ela é respeito... O problema é que o menino simplesmente não consegue aprender nada da disciplina que ela leciona, como se ele tivesse criado uma barreira entre os dois, mas se eu o ajudo e explico as atividades que ele tem no caderno, ele logo entende tudo!
A partir das frases do texto, concluo que a dificuldade que ele tem não está apenas no conteúdo, mas sim, e fortemente, na relação com sua professora, pois... As diferentes emoções possibilitam e/ou interditam domínios de ação (...) é provável que a emoção auxilie o raciocínio.

Até breve... Lucele

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11/09/2008 14:43:56

Profe e colegas...
Como eu fiquei na dúvida de realmente havia compreendido bem as idéias de Maturana, resolvi pesquisar mais e encontrei ótimas explicações para a minha dúvida:

Os estudos de Maturana explicitam o sinônimo entre conhecer e viver. A noção de viver-conhecer está diretamente vinculada com o modo de relacionar-se e de organizar-se nessa relação. Não se trata de adaptação ao meio.
O viver-conhecer na relação significa, ao mesmo tempo, a criação/recriação desse espaço relacional, e de outros, e a criação/recriação do sistema em relação. Pode incluir, em algum momento, a adaptação, mas vai além dela. Para Maturana a conversa, na ação educativa, é elemento central na relação que produz o conhecimento. A conversa constitui-se, assim, em um espaço relacional por excelência na ação educativa.
Ele acrescenta que...
O educar se constitui no processo em que a criança ou o adulto convive com o outro e, ao conviver com o outro, se transforma espontaneamente, de maneira que seu modo de viver se faz progressivamente mais congruente com o do outro no espaço de convivência (Maturana, 1998b, p. 29).

Reflexão do Fórum sobre Erik Erikson II

07/09/2008 23:00:29

Pois é Kelli, após ler as tuas colocações parei para pensar no dia-a-dia de meus pais e percebi que eles têm uma vida até mais divertida do que a minha...!!!
Agora eles não têm mais aquela cobrança da sociedade de ter que construir, já deixaram de lado a frenética busca e estão dando espaço ao que realmente gostam de fazer. Claro que eles ainda são socialmente ativos, fazem cursos, pertencem a entidades filantrópicas, saem bastante, mas eu vejo que é com uma visão de mundo completamente diferente da que eu tenho hoje. Enquanto eu busco qualificação profissional, eles buscam realização pessoal. Enquanto eu faço muitos planos para o futuro, eles aproveitam mais as pequenas alegrias do cotidiano. E... enquanto eu sou completamente despreocupada com minha saúde, eles se preocupam com a qualidade na alimentação, qualidade do sono...
Com os estudos sobre a teoria de Erikson, percebi que ao longo da vida vai havendo desenvolvimento da personalidade. Cada fase caracteriza-se por um conflito sócio-emocional no indivíduo, exige uma resolução dessa crise para que se chegue ao estádio seguinte e para que a próxima fase possa ser ultrapassada sem problemas. As mudanças que ocorrem não se produzem de igual modo em todo o indivíduo: o ritmo de desenvolvimento varia de pessoa para pessoa. O ser humano interage com o meio envolvente: o meio natural, a família, os amigos, a escola, a comunidade, que o ajudam a desenvolver-se.

Um SUpeR BEijO!!!
Lucele

Reflexão do Fórum sobre Erik Erikson

03/09/2008 19:22:36

Olá Colegas!

Quando li as colocações da colega Janete:
(Os psicólogos Douvan e Adelson afirmam em The Adolescent Experience que, embora a teoria da identidade, de Erikson, possa ser válida para meninos, não o é para meninas, porque a identidade de uma mulher se define, em parte, pela identidade do homem com o qual ela casa) , fiquei pensando em minha vida, e é claro, a de meu marido... Percebi que muito de nossas personalidades é fruto de nossa longa convivência, já que éramos quase criança quando começamos a namorar. Percebi que aprendemos a gostar das coisas que o outro gosta ou a não gostar...
Querendo ou não, temos que assumir que nossa personalidade se define, em parte, pela identidade da pessoa com quem a gente casa ou com quem convivemos por muito tempo, mas acredito que isso seja válido para ambos os sexos, não apenas para as mulheres.

Bjs, Lucele
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03/09/2008 19:36:15

Olá colega Luciane!

Realmente, Erikson dá especial importância ao período da adolescência, devido ao fato ser a transição entre a infância e a idade adulta, em que se verificam acontecimentos relevantes para a personalidade adulta. Cada estágio contribui para a formação da personalidade total, sendo por isso todos importantes mesmo depois de se os atravessar. Como cada criança tem um ritmo cronológico específico, não se deve atribuir uma duração exata a cada estágio. O núcleo de cada estágio é uma crise básica, que existe não só durante aquele estágio específico, nesse será mais proeminente, mas também nos posteriores a nível de consequências, tendo raízes prévias nos anteriores.
A adolescência é o período mais conturbado, mas não é o único, as crises estão presentes em todas as idades, sendo a forma como é resolvida determinante para resolver na vida futura os conflitos. O termo crise que me referi na mensagem anterior é visto como um ponto decisivo e necessário, um momento crucial, quando o desenvolvimento tem de optar por uma ou outra direção. OK?


ABraÇOs,
LUceLe
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terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Natal todo dia!!

sábado, 29 de novembro de 2008

Gestão Democrática e Gestão Patrimonialista

Achei muito interessante aprender sobre os INDICADORES DE GESTÃO DEMOCRÁTICA E GESTÃO PATRIMONIALISTA, os quais eu simplesmente desconhecia... A gestão patrimonialista tem sua origem no patriarcalismo medieval, onde o gestor público tomava suas decisões conforme a sua vontade, seus interesses e de acordo com sua simpatia ou antipatia. Já a a gestão democrática busca reforçar as relações democráticas, dando espaço para compartilhar decisões e assuntos sobre a escola, envolvendo a comunidade escolar, de forma participativa, nas decisões administrativas, financeiras e pedagógicas.

GESTÃO DEMOCRÁTICA:
  • EXISTÊNCIA DE INSTRUMENTOS DE CONTROLE SOCIAL DO PODER NA GESTÃO DA ESCOLA
  • ACESSO DA COMUNIDADE ESCOLAR ÀS DECISÕES NA GESTÃO DA ESCOLA
  • TRANSPARÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE CONTAS
  • MEDIAÇÕES INSTITUCIONAIS ENTRE SECRETARIA DE EDUCAÇÃO, CONSELHO MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO E ESCOLA
  • UTILIZAÇÃO DA ESCOLA COMO ESPAÇO PÚBLICO
  • CRITÉRIOS IMPESSOAIS, OBJETIVOS E UNIVERSAIS NA GESTÃO DOS RECURSOS DA ESCOLA
  • EQUIVALÊNCIA ENTRE DECISÕES E REALIDADE SOCIAL DA ESCOLA
  • ACESSO À INFORMAÇÃO PELA COMUNIDADE ESCOLAR

GESTÃO PATRIMONIALISTA:

  • INEXISTÊNCIA DE INSTRUMENTOS DE CONTROLE SOCIAL DO PODER NA GESTÃO DA ESCOLA
  • UTILIZAÇÃO DE FUNÇÃO PÚBLICA PARA OBTER ACESSO PRIVILEGIADO ÀS DECISÕES
  • AUSÊNCIA DE TRANSPARÊNCIA NA PRESTAÇÃO DE CONTAS
  • AUSÊNCIA DE MEDIAÇÕES INSTITUCIONAIS ENTRE A ESCOLA E ÓRGÃOS ADMINISTRATIVOS DO SISTEMA DE ENSINO
  • UTILIZAÇÃO DA ESCOLA COMO ESPAÇO PRIVADO
  • CRITÉRIOS PESSOAIS E/OU PARTICULARISTAS NA GESTÃO DOS RECURSOS DA ESCOLA
  • DISPARIDADE ENTRE AS DECISÕES E A REALIDADE SOCIAL DA ESCOLA
  • UTILIZAÇÃO PESSOAL E/OU PRIVADA DE INFORMAÇÕES SOBRE A GESTÃO ADMINISTIVA, FINANCEIRA E PEDAGÓGICA DA ESCOLA
  • BUROCRATIZAÇÃO DA INFORMAÇÃO

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Reflexão sobre o Projeto de Aprendizagem

Ao contrário do que eu pensava e sempre trabalhei, um Projeto de Aprendizagem não é a criação de um projeto pelo professor como nós estamos acostumados a realizar em nossas salas de aula. O Projeto de Aprendizagem, na verdade, é desenvolvido a partir das dúvidas e das perguntas dos alunos e quem o desenvolve são os próprios alunos, tentando responder as suas dúvidas, por meio de pesquisas e interação. Esse novo método de desenvolver projetos oportuniza novas formas de ensinar e aprender, além da quebra dos paradigmas que estamos condicionadas e “acostumadas” (talvez acomodadas) a fazer. Esses paradigmas foram quebrados totalmente no decorrer do processo de criação do PA, e principalmente, na quebra, de nossas atitudes frente ao conhecimento, fazendo com que através das inúmeras possibilidades de aquisição de informações possa tornar possível a aquisição e construção do verdadeiro saber de todos os envolvidos neste processo, no caso o nosso grupo.
Pensando na minha prática pedagógica, percebi que o objetivo deste tipo de trabalho é proporcionar aos educandos a possibilidade de escolher o assunto que gostariam de aprender, desenvolver o hábito da pesquisa e investigação além de interagir em ambientes informatizados, sentindo-se motivados a desenvolver a pesquisa de forma interdisciplinar e cooperativa. Foi muito bom aprender essa nova forma de trabalhar com projetos, pois o Projeto de Aprendizagem é desenvolvido a partir das dúvidas dos alunos e do que eles realmente querem aprender. Por isso quem o desenvolve são os próprios alunos, tentando responder a dúvida, por meio de pesquisas e interação. Não foi fácil mudar nossa maneira de ver um projeto, pois estávamos condicionados a outras maneiras de ensinar.
No início, tive muita dificuldade de compreender a dinâmica à distância para um trabalho em grupo. Não conseguia imaginar a interação sem o grupo se reunir. E esse foi outro paradigma quebrado. Após algumas semanas um pouco atrapalhadas, percebi que é possível trabalhar em grupo e à distância, com grande independência, pois é possível romper com horários, espaços etc. Além disso, mesmo sabendo que o mais importante era a aprendizagem adquirida durante todo o processo de desenvolvimento do PA, fiquei ansiosa para ver o seu fim, o seu desfecho, mas com o tempo, percebi que essa pressa não devia fazer parte do PA.
Gostei muito do novo desafio...

domingo, 26 de outubro de 2008

Novo Mapa Conceitual

O Projeto de Aprendizagem continua sendo um desafio... Após muuuuuitas conversas e debates realizamos nosso 2º Mapa Conceitual com base em nossas dúvidas e certezas, mas logo depois o aprimoramos, criando assim o nosso 3º Mapa Conceitual. Acredito que este mapa ficou muito bom, pois conseguimos contemplar nossas dúvidas e certezas de forma integrada. Com a evolução de nossos mapas é possível perceber também a grande evolução de nossas aprendizagens sobre a elaboração de um PA.

3º MAPA CONCEITUAL:


Conselho de Alimentação Escolar - CAE


Para a realização de um trabalho da Interdisciplina de Organização e Gestão na Educação, tive a oportunidade de conhecer um pouco sobre os Conselhos Municipais, principalmente o Conselho de Alimentação Escolar, sobre o qual realizei meu trabalho. Constatei as competências do CAE e como são escolhidos seus representantes.
Para compreender melhor sobre a criação do CAE, realizei algumas pesquisas e vi a referência de sua criação na década de 80, com o clima de redemocratização, que trouxe uma profunda modificação das políticas sociais brasileiras, no sentido da descentralização administrativa, diminuição do papel do Estado e estímulo à participação da população no conjunto das ações sociais que baseia sua trajetória na busca de caminhos que aliem eficiência e eficácia das ações do Estado à participação popular.
Descobri que a criação do CAE diminuiu a atuação do Estado e estimulou a participação popular no conjunto das ações de gestão da merenda escolar, o que favoreceu a regularidade do fornecimento da merenda, a melhoria da qualidade das refeições, atendimento dos hábitos alimentares, diversificação da oferta de alimentos, incentivo à economia local e regional, diminuição dos custos operacionais e estímulo à participação da comunidade local na execução e controle do Conselho de Alimentação Escolar.
A atuação do Conselho de Alimentação Escolar pode ser uma garantia de que os recursos destinados à alimentação escolar não sejam apenas repassados à prefeitura.
Assim, compreendi que, através do CAE, é possível ouvir as informações locais e garantir que sejam atendidas as necessidades da maioria da população de Sapiranga, conforme propõe Vieira (2001), ao afirmar que “os Conselhos deveriam atuar como espaço de ações e mudanças implementadas a partir da avaliação das necessidades do conjunto de seus usuários”, e não apenas se deter na fiscalização da aplicação dos recursos destinados do PNAE.

terça-feira, 14 de outubro de 2008

PPP e Regimento Escolar


Para a realização de uma atividade, tive a oportunidade de ler e analisar o PPP e o Regimento de minha escola. A escola tem por costume, no início do ano letivo ou no seu final, rever o seu PPP. Geralmente, isso acontece em reuniões no início do ano letivo, ou bem no final, para que as modificações sejam aplicadas no ano seguinte. No entanto, não acredito que essas alterações possam realmente surtir algum efeito para a aplicação deste PPP na escola, pois da maneira como são realizadas essas análises, não vejo muita reflexão e tampouco algum embasamento teórico. Para muitos é apenas mais uma questão burocrática que deve ser cumprida na reunião o mais rápido possível para que tal reunião termine mais cedo. Infelizmente, a realidade é exatamente assim! Apenas dividimos o PPP em partes e formamos grupos para analisar a parte que foi sorteada para o grupo.
Tanto isso é evidente que no item “avaliação”, ainda existe apenas a definição para a avaliação das séries, sendo que na escola já está ocorrendo, gradativamente, a transição para anos, ou seja, a cada ano cria-se um novo ano. Já existem 1º, 2º e 3º anos e ainda existem da 3ª a 8ª série. Ao analisar o PPP da escola, percebi que essas mudanças referentes à adequação da escola a nova lei do Ensino Fundamental de 9 anos não estão contempladas no mesmo.
Vejo uma grande necessidade de revermos anualmente nosso PPP, acredito que isso deveria ser feito pelo grande grupo, ou seja, todos analisando ao mesmo tempo todas as partes do PPP de forma a contemplar as necessidades e mudanças percebidas durante o ano anterior.
O nosso regimento não foi elaborado especificamente para a escola, utilizando somente o Regimento Padrão das Escolas de Ensino Fundamental da Rede Municipal de Sapiranga, não há nele qualquer modificação do referido regimento municipal levando em conta a realidade social de nossa escola.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Aprendendo com as dificuldades!

Ainda ando um pouco confusa e insegura com o Projeto de Aprendizagem. Mesmo sabendo que o mais importante é a aprendizagem decorrente durante todo o processo de desenvolvimento do PA, estou ansiosa para ver o seu fim... quero ver logo o seu desfecho, mas também sei que essa pressa não deve fazer parte do PA.

Para a realização do Mapa Conceitual, tive a oportunidade de aprender a trabalhar com mais uma ferramenta que eu simplesmente não sabia que existia. A princípio nós realizamos o Mapa Conceitual no Paint, mas depois que aprendi as vantagens de usar o Cmap Tools, realizamos o mapa com esse programa e ficou muito melhor. Agora estamos ralizando nossa 2ª versão do Mapa Conceitual!


1ª VERSÃO - MAPA CONCEITUAL

domingo, 28 de setembro de 2008

Como ocorre a aprendizagem na vida adulta?

Tomando por base o meu processo de aprendizagem, relembrando um pouco de uma experiência vivida com uma turma de EJA e retomando os textos e as teorias estudadas na Interdisciplina de Psicologia da Vida Adulta, percebo que os adultos são motivados a aprender à medida que experimentam que suas necessidades e interesses serão satisfeitos. Por isto estes são os pontos mais apropriados para se iniciar a organização das atividades de aprendizagem do adulto. A orientação da aprendizagem do adulto está centrada na vida, principalmente na sua vida, no seu cotidiano, pois a experiência que eles trazem é a mais rica fonte para o adulto aprender.
A relação entre o professor e o aluno pode interferir no processo de aprendizagem, pois assim como as crianças, os adultos também têm uma profunda necessidade de serem cativados afetivamente, sendo assim, o papel do professor é engajar-se no processo de mútua investigação com os alunos e não apenas transmitir-lhes seu conhecimento e depois avaliá-los.
Os adultos, muitas vezes quando chegam a escola estão cansados, desmotivados, muitos vão à escola por exigências do empregador. Nesses momentos cabe ao professor incentivá-los e respeitar as diferenças individuais entre cada um, que crescem com a idade. A educação de adultos deve considerar as diferenças de tempo, lugar, religião e ritmo de aprendizagem, sem esquecer que esse adulto tem uma vida, muitas vezes, complicada e rica de experiências.
Enfim, as teorias estudadas e a vivência com educação de adultos me mostrou que o ser humano constrói o seu conhecimento a partir da interação com o mundo e com os objetos deste, visto que o conhecimento não se limita ao recebimento de informações, o ser humano é um ser autônomo e auto-produtor, capaz de produzir o seu conhecimento a partir da interação com o meio.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

Que dúvida...

Realmente, a construção do Projeto de Aprendizagem está sendo um grande desafio...
O grupo parecia estar estabilizado, com as idéias bem definidas, ou seja, já estávamos com o projeto parcialmente elaborado (ao nosso ver). Mas as coisas tomaram um caminho um pouco diferente do que esperávamos... (na verdade, o que esperávamos era exatamente o que estávamos condicionadas e acostumadas a fazer).
Como as perguntas têm o poder de nos desestabilizar e nos fazer refletir. A partir das conversas com o professor Crediné e com a Sibicca a dúvida e a insegurança se instaurou em nosso grupo. Voltamos a “estaca zero” e estamos revendo nossa questão de investigação. Mas como o professor Crediné nos falou...


“Neste momento, quanto mais certezas e dúvidas tivermos, melhor será o nosso trabalho... não se apressem em analisar, e sim em prover mais dúvidas e certezas, pois assim estarão criando um contexto maior para a exploração e discussão.”

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Aprendendo sobre Maturana...

Refleti bastante após a leitura do texto "Transformações na convivência segundo Maturana” e percebi que a sua teoria defende que o ser humano constrói o seu conhecimento a partir da interação com o mundo e com os objetos deste, visto que o conhecimento não se limita ao recebimento de informações. Conforme o texto, o ser humano é um ser autônomo e auto-produtor, capaz de produzir o seu conhecimento a partir da interação com o meio. Isso se resume na frase:
"Todo fazer é um conhecer e todo conhecer é um fazer."
Dessa forma, consigo compreender como é difícil para nossos alunos aprender se limitando apenas a receber passivamente informações vindas do professor.
Enquanto eu lia o texto, fui vendo a necessidade de manter relações de afeto com meus alunos, de forma a configurar uma relação baseada no amor.Pelo que eu entendi, essa relação entre o professor e o aluno pode interferir no processo de aprendizagem, facilitando-a, quando baseada no amor, ou dificultando-a quando baseada no medo.
"As diferentes emoções possibilitam e/ou interditam domínios de ação (...) é provável que a emoção auxilie o raciocínio."
Os estudos de Maturana explicitam o sinônimo entre conhecer e viver. A noção de viver-conhecer está diretamente vinculada com o modo de relacionar-se e de organizar-se nessa relação. Não se trata de adaptação ao meio. O viver-conhecer na relação significa, ao mesmo tempo, a criação/recriação desse espaço relacional, e de outros, e a criação/recriação do sistema em relação. Pode incluir, em algum momento, a adaptação, mas vai além dela. Para Maturana a conversa, na ação educativa, é elemento central na relação que produz o conhecimento. A conversa constitui-se, assim, em um espaço relacional por excelência na ação educativa.Ele acrescenta que...
"O educar se constitui no processo em que a criança ou o adulto convive com o outro e, ao conviver com o outro, se transforma espontaneamente, de maneira que seu modo de viver se faz progressivamente mais congruente com o do outro no espaço de convivência."
(Maturana, 1998b, p. 29)

Projeto de Aprendizagem!

Nas Interdisciplinas de Seminário V e Projeto de Aprendizagem estamos aprendendo a desenvolver um PA (Projeto de Aprendizagem). Ao contrário do que eu pensava e sempre trabalhei, o PA não é a criação de um projeto pelo professor segundo as datas comemorativas do ano, como nós estamos acostumados a realizar em nossas salas de aula: Projeto Folclore, Projeto Meio Ambiente, Projeto Saúde...
Esses são Projetos de Ensino!
O Projeto de Aprendizagem é desenvolvido a partir das dúvidas dos alunos e quem o desenvolve são os próprios alunos, tentando responder a dúvida, por meio de pesquisas e interação.
Esse novo método de desenvolver projetos oportuniza as novas formas de ensinar e aprender, além da quebra de paradigmas antigos na forma seqüencial de apresentação dos conteúdos, na classificação dos alunos por séries, fatos estes que serão quebrados totalmente no decorrer do processo, e principalmente, na quebra, de nossas atitudes frente ao conhecimento, fazendo com que este através das inúmeras possibilidades de aquisição de informações possa tornar possível a aquisição e construção do verdadeiro saber, a todos os envolvidos neste processo.

Educação Nacional e Sistemas de Ensino

Há muito o que aprender sobre a Educação Nacional e os Sistemas de Ensino... Mas, nesta semana eu tive a oportunidade de aprender que desde a Constituição de 1988 tem ocorrido no Brasil uma grande descentralização de recursos fiscais da União para estados e municípios, os quais, historicamente, já assumiram a responsabilidade de manter o ensino fundamental e médio. O objetivo das mudanças com a descentralização da educação é dar autonomia de funcionamento às escolas e criar espaços para a sua gestão democrática.
A Constituição Federal Brasileira de 1988, reconheceu o Município como instância administrativa. No campo da educação oportunizou a possibilidade de organização de seus sistemas de ensino em colaboração com a União, os Estados e o Distrito Federal.
Os Municípios mantêm ligação financeira com a União e com os Estados, através dos programas de educação infantil e do ensino fundamental. O município, através dessa colaboração e através de seu órgão administrativo, pode administrar seu sistema de ensino, definindo normas e metodologias pedagógicas que se adaptem melhor a realidade de seu município.
As articulações entre as diferentes esferas do poder público existem, e as leis seguidas pelo município são estaduais e federais. As leis, na esfera municipal, se articulam entre os sistemas de ensino. Sendo assim, a Constituição determina que a União prestará assistência técnica e financeira ao Município para o atendimento prioritário à escolaridade obrigatória e estabelece que o Município atuará prioritariamente no ensino fundamental e na educação infantil. É garantido pela Constituição Federal de 1988, a educação das crianças até 6 anos, como dever do Estado e responsabilidade do Município, tanto nas creches como na pré-escola, estendendo-se para o Ensino Fundamental.
Os Estados deverão organizar, manter e desenvolver os órgãos e instituições oficiais dos seus sistemas de ensino.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Gestão Democrática na e da Educação: concepções e vivências


A gestão democrática busca reforçar as relações democráticas, dando espaço para compartilhar decisões e assuntos sobre a escola, envolvendo a comunidade escolar, de forma participativa, nas decisões administrativas, financeiras e pedagógicas. Mas para que a gestão democrática ocorra é necessário haver mudanças na forma de reger a escola, dando abertura para a participação, ou seja, para a democracia participativa.A gestão democrática foi incorporada na administração escolar, combatendo os demais princípios da gerência científica, atendendo, assim, às reivindicações da classe trabalhadora que lutava pelo direito de seus filhos à escola pública de qualidade. A democratização da gestão escolar surgiu a partir do movimento de redemocratização da sociedade brasileira, fortalecendo-se com a crítica ao excesso de centralismo administrativo, garantindo a continuidade dos estudos de forma universal a toda a população.
Com a aprovação da Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) que garante, entre outros, a gestão democrática na escola, a educação brasileira conquistou o direito de refletir sobre a necessidade e a importância da participação consciente dos diretores, pais, alunos, professores e funcionários com relação às decisões a serem tomadas no cotidiano escolar, na busca de um compromisso coletivo com resultados educacionais mais significativos.
Com a introdução da participação, alguns valores como a flexibilidade, a tolerância com as diferenças, as relações mais igualitárias, a justiça e a cidadania foram surgindo lentamente, levando a sociedade brasileira a compreender o processo de democratização, o qual resgatou as lutas da sociedade por direitos sociais e por cidadania, ou seja, resgatou as lutas por melhores condições de vida e, conseqüentemente, por melhores condições e acesso à educação de qualidade. Mas, mesmo estando presente nos discursos de diversas pessoas e sendo considerada a forma de governo da sociedade moderna, a democracia e com ela a participação, não acontece na prática tal como acontece no discurso, ou pelo menos de acordo com seus princípios norteadores. Isso acontece também na gestão democrática na escola, pois sabe-se que, historicamente, a escola pública é vista como propriedade do governo ou das pessoas que nela trabalha. Em muitas escolas, os diretores, professores e funcionários ainda monopolizam as oportunidades de participação da comunidade, em nome da competência pedagógica, evitando interferências dos servidores e de pais de alunos. O diretor escolar tem grande poder para dificultar ou facilitar a implantação de procedimentos participativos e da legitimação da autonomia.
Dessa forma, para que a gestão democrática realmente acontecesse nas escolas, deveria ser abolida a idéia de autoritarismo da instituição que o cargo de diretor escolar culturalmente carrega consigo e que ainda é extremamente forte, inclusive na escola em que eu trabalho. O poder de decisão deveria ser de todos os segmentos da escola e que teria um presidente eleito a cada ano, dentre os membros dos professores eleitos, pela comunidade escolar com a função de representar a escola perante os órgãos oficiais, de desempatar voto, quando ocorresse empate e assinar documentos. Acredito que esse enfoque democrático do papel do diretor dentro da gestão escolar criaria condições para que todos os segmentos da escola participassem democraticamente da tomada de decisões no que diz respeito ao destino da escola e de sua administração. A implementação da gestão democrática na escola é uma das maneiras de levar a verdadeira democracia para toda a sociedade.


Vida Adulta!

Nesta semana, tive a oportunidade de aprender um pouco sobre Erikson e “As Oito Idades do Homem” na interdisciplina de Psicologia da Vida Adulta. Erikson dá especial importância ao período da adolescência, devido ao fato de ser a transição entre a infância e a idade adulta, em que se verificam acontecimentos relevantes para a personalidade adulta. Cada estágio contribui para a formação da personalidade total, sendo por isso todos importantes mesmo depois de se os atravessar. Como cada criança tem um ritmo cronológico específico, não se deve atribuir uma duração exata a cada estágio.
O núcleo de cada estágio é uma crise básica, que existe não só durante aquele estágio específico, nesse será mais proeminente, mas também nos posteriores a nível de consequências, tendo raízes prévias nos anteriores. O termo crise é visto como um ponto decisivo e necessário, um momento crucial, quando o desenvolvimento tem de optar por uma ou outra direção.
A adolescência é o período mais conturbado, mas não é o único, as crises estão presentes em todas as idades, sendo a forma como é resolvida determinante para resolver na vida futura os conflitos. Com os estudos sobre Erikson, percebi que ao longo da vida vai havendo desenvolvimento da personalidade.
Cada fase caracteriza-se por um conflito sócio-emocional no indivíduo, exige uma resolução dessa crise para que se chegue ao estádio seguinte e para que a próxima fase possa ser ultrapassada sem problemas. As mudanças que ocorrem não se produzem de igual modo em todo o indivíduo: o ritmo de desenvolvimento varia de pessoa para pessoa. O ser humano interage com o meio envolvente: o meio natural, a família, os amigos, a escola, a comunidade, que o ajudam a desenvolver-se.