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quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O tempo passou...


O tempo passou e eu fiquei um ano afastada de tudo, tudo mesmo... trabalho, faculdade, amigos, passeios, vida social... tudo!

Vivi os oito meses de minha gestação em verdadeira clausura em uma cama, mas foi por uma causa louvável. Hoje meu bebê está aqui esbanjando sorrisos. Ele é um vitorioso. Lutou pela vida ainda antes de nascer. Enfrentou uma UTI quando deveria estar no aconchego de um colinho e hoje briga para se livrar da alergia alimentar. Masssss... tudo vale à pena! Ter um filho é algo indescritível...

Agora é chegada a hora de retomar minha vida... ou ao menos tentar. Retomo minhas postagens e, principalmente, retomo o sonho de me formar em Pedagogia.

Ressurgem as dúvidas, as angústias e as incertezas do estágio. Juntamente com o desafio do estágio, estarei enfrentando um novo desafio em minha vida profissional.

Meu último ano na escola foi permeado por vários desafios ao assumir a coordenação, agora, ao retornar, vou trabalhar com algo que nunca trabalhei: assumirei a disciplina de Filosofia nas turmas de 1º ao 5º ano.

Ficam inúmeras interrogações sobre o estágio realizado várias turmas e com uma disciplina específica. Ainda não sei bem como será, mas estamos na arrancada inicial, ainda há muito para questionar! Começo uma nova etapa na minha vida. Agora sou mãe, tenho que pensar primeiro em meu bebê, mas sem deixar meus sonhos se perderem pelo caminho. Queridos professores e tutores, chegou, finalmente, a minha vez!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Eixo 7

Mais uma etapa se inicia e é com um certo "frio na barriga" que penso que estamos na reta final. Quando os profes comentaram que estamos encerrando as interdisciplinas com conteúdos neste semestre... nem acreditei! É uma mistura de alegria, ansiedade e um certo temor do que nos espera...
Mas o meu maior receio para este Eixo 7 está em pensar que posso não conseguir “dar conta” de tudo. Desde o Eixo 4 até o último mês de junho eu estava apenas com 20 horas na escola, conseguia disponibilizar um bom tempo para o curso, mas agora... estou com 44 horas (na verdade trabalho bem mais do que isso).
Ao mesmo tempo em que sinto uma imensa alegria e orgulho em ter chegado ao Eixo 7, estou com grande receio de tudo o que vem pela frente.
O atual cargo que assumi exige muito tempo disponível, além da carga horária.
Mas a sensação de estar chegando ao final... é indescritível!!!

quinta-feira, 26 de março de 2009

Reflexões sobre a Inclusão...


"Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade. "

Artigo 1° da Declaração Universal dos Direitos Humanos




Certo dia estava lendo uma reportagem sobre inclusão e a importância para uma criança com necessidades especiais freqüentar a escola regular, pois ao conviver com os colegas elas também aprendem. Os alunos com essas necessidades são estímulos para o professor ir em busca de novas maneiras de ensinar e meios de se qualificar, mas eu me pergunto: até que ponto nossas escolas estão preparadas para atender a essas crianças?? Até que ponto nós, docentes, estamos preparados para trabalhar com alunos de inclusão.
Eu acredito que a escola só ensina quando fica atenta às necessidades de cada indivíduo dentro de seu ritmo e suas limitações e não basta apenas dizer que a escola está preparada para receber crianças com necessidades especiais se não dispõe de rampas de acesso, material para crianças cegas, pessoas que dominam Libras etc. Não se pode escolher o tipo de necessidade que aceitamos em nossa escola. Cada deficiência requer materiais e estratégias específicas.
Sabemos que todos tem a ganhar com a inclusão, mas acredito que os órgão públicos precisam qualificar o espaço físico e material das escolas. A escola que realmente incluiu se preocupa em disponibilizar ferramentas para o professor trabalhar, pois nenhuma deficiência pode determinar as possibilidades de cada indivíduo, é preciso, contudo, que o meio seja adequado, com equipamentos e recursos que facilitem a vida dessas crianças.
Infelizmente, para muitas instituições a inclusão ainda é vista como uma maneira de colocar uma criança com necessidade especial para dentro de uma sala de aula sem nenhum acompanhamento, sem material diferenciado e sem nenhum apoio ao professor, que muitas vezes tem turmas lotadas e com muitos outros problemas de dificuldades de aprendizagem e que não são vistos como uma necessidade especial.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Auto-avaliação sobre a participação no PA

Com o Projeto de Aprendizagem eu aprendi a...

A elaboração do Projeto de Aprendizagem foi um grande desafio para mim. No início do projeto eu estava bem tranqüila e, de certa forma, bem acomodada com a proposta, pois julgava dominar a elaboração de Projetos de Aprendizagem e em momento algum imaginei que ele seria desenvolvido a partir das dúvidas e das perguntas que nós tínhamos, tentando responder as nossas dúvidas por meio de pesquisas e interação.

Após as primeiras tentativas de desenvolver o PA, comecei a ficar muito ansiosa, pois não estava conseguindo compreender qual era a proposta. Inicialmente, sentia necessidade de interagir pessoalmente com minhas colegas de grupo, não conseguia imaginar um trabalho em grupo sem que o grupo se encontrasse pessoalmente e discutisse as possíveis dúvidas e certezas. Iniciei o PA com uma visão de trabalho coletivo e tive dificuldade de quebrar esse paradigma. Após algumas semanas um pouco atrapalhadas, percebi que é possível trabalhar em grupo e à distância, com grande independência.

Aprendi a ser mais independente e me posicionar frente a um determinado assunto, mas para isso percebi que precisava estar preparada para defender minhas idéias e para isso precisava estar informada, ou seja, precisei pesquisar bastante para poder contribuir com o PA. O meu crescimento foi muito grande, e percebido pelas trocas e interações dentro do projeto e a partir da elaboração dos mapas conceituais, nos quais ficou evidente o crescimento do grupo e o entendimento do assunto que estávamos pesquisando. A interação foi o ponto mais forte deste trabalho, mas senti que o trabalho, após compreendido, fluiu com mais facilidade devido a sintonia do grupo. Cada uma evoluía a partir de suas limitações e avançando em suas aprendizagens individuais e coletivas. Cada idéia que os componentes tinham, eram valorizadas pelo grupo, assim nos sentíamos valorizadas e mais animadas para contribuir com o grupo.

Não é uma tarefa muito fácil avaliar a si mesmo, mas revendo tudo o que foi construído e todos os conhecimentos que eu adquiri durante o processo de desenvolvimento do PA me sinto satisfeita, pois desenvolvi o hábito de pesquisa e investigação, além de conseguir interagir com o grupo em ambientes informatizados. Senti-me motivada a desenvolver a pesquisa e aprendi a trabalhar de forma cooperativa, tomando uma posição real de minhas limitações e de minhas possibilidades.

Ao rever os registros dos textos de interações e pesquisas realizadas em grupo e individualmente, as imagens, as várias páginas criadas com o resultado de nossas aprendizagens, o fórum de discussões, o diário de bordo, me possibilitou uma melhor compreensão da construção do conhecimento adquirido com o PA. Percebi que cada indivíduo envolvido no processo pode estar desenvolvendo a auto-crítica também.

Dessa forma, eu acredito que poderia ter contribuido mais ainda com o trabalho, pois como nos últimos dias estive com problemas... não pude contribuir tanto quanto eu gostaria. Mas como o nosso grupo tem uma excelente sintonia, daremos continuidade ao PA e continuaremos com nossas pesquisas.

domingo, 7 de dezembro de 2008

Reflexão do Fórum sobre os elementos fundamentais à gestão democrática escolar

03/12/2008 23:25:30

Olá colegas, professores e tutores!!

Finalmente cheguei a esse Fórum...
Adorei os vídeos, os quais me levaram a perceber que, atualmente, não se pode conceber um processo educacional fundamentado em gestão que não seja democrática, que não envolva e comprometa todos os segmentos da comunidade escolar, bem como agreguem todos os profissionais da educação envolvidos no processo educativo, principalmente por ver como, no vídeo, é defendida a idéia de que quanto mais atores mais rico será o processo de democratização e mais rico será o produto final.
A gestão democrática depende das ações concretas que tragam a participação de todos, dando voz e vez à comunidade, compartilhando decisões e assuntos sobre a escola, envolvendo, assim, a comunidade escolar, de forma participativa, nas decisões administrativas, financeiras e pedagógicas também, dessa forma, os professores precisam aceitar que a comunidade também tem o que dizer também no campo pedagógico.
Um dos professores entrevistados no vídeo deixa bem claro que para haver mudanças na forma de reger a escola, dando abertura para a participação é necessário oportunizar a participação da comunidade, criar possibilidades para que a comunidade possa participar, pois participação se aprende participando.
Acredito que a participação democrática deve começar já dentro da sala de aula, mesmo nas séries iniciais, para que as crianças cresçam sabendo participar das decisões da sociedade, desenvolvendo competências especiais indispensáveis para viver em um mundo globalizado repleto de contradições, ao mesmo tempo em que saibam, coletivamente, buscar soluções para problemas comuns.

Abraços a todos, Lucele
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03/12/2008 23:56:21

Colegas,

Na verdade, a gestão democrática não é fácil, pois quanto maior for a participação, maior será o número de opiniões. Com mais pessoas envolvidas não é tão fácil se chegar a um consenso. Por isso, em muitas escolas, os diretores, professores e funcionários ainda monopolizam as oportunidades de participação da comunidade, em nome da competência pedagógica, evitando interferências dos servidores e de pais de alunos.
Para que a gestão democrática realmente acontecesse nas escolas, deveria ser abolida a idéia de autoritarismo e centralização que o cargo de diretor culturalmente carrega consigo e que ainda é extremamente forte. A meu ver, realizar uma gestão democrática significa acreditar que todos juntos têm mais chances de encontrar caminhos para atender às expectativas da sociedade a respeito da atuação da escola.
O professor Jorge Najjar, faz uma excelente conclusão da importância da Gestão democrática:
A gestão democrática pode trazer uma nova escola, com nova qualidade.
O caminho, indispensável à solução dos problemas que a educação brasileira enfrenta, é a democratização da própria escola.

Até breve, Lucele

Reflexão do Fórum sobre Maturana

11/09/2008 14:02:15

Olá colegas e profe @n@...
Não sei se estou enganada, mas eu percebi uma forte semelhança da teoria estudada com Maturana com o construtivismo. Senti que esta teoria poderia embasar o construtivismo, pois defende que o ser humano constrói o seu conhecimento a partir da interação com o mundo e com os objetos deste, visto que o conhecimento não se limita ao recebimento de informações. Conforme o texto, o ser humano é um ser autônomo e auto-produtor, capaz de produzir o seu conhecimento a partir da interação com o meio. Isso se resume na frase: Todo fazer é um conhecer e todo conhecer é um fazer. Dessa forma, consigo compreender como é difícil para nossos alunos aprender se limitando apenas a receber passivamente informações vindas do professor.

Um abraço, Lucele

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11/09/2008 14:31:30

Pessoal!!!

Enquanto eu lia o texto, fui vendo a necessidade de manter relações de afeto com meus alunos, de forma a configurar uma relação baseada no amor.
Pelo que eu entendi, essa relação entre o professor e o aluno pode interferir no processo de aprendizagem, facilitando-a, quando baseada no amor, ou dificultando-a quando baseada no medo.
Isso tudo me fez lembrar de um caso que estou vivendo em minha família: o meu afilhado tem muito medo de uma de suas professoras, a qual busca manter essa relação de medo, que para ela é respeito... O problema é que o menino simplesmente não consegue aprender nada da disciplina que ela leciona, como se ele tivesse criado uma barreira entre os dois, mas se eu o ajudo e explico as atividades que ele tem no caderno, ele logo entende tudo!
A partir das frases do texto, concluo que a dificuldade que ele tem não está apenas no conteúdo, mas sim, e fortemente, na relação com sua professora, pois... As diferentes emoções possibilitam e/ou interditam domínios de ação (...) é provável que a emoção auxilie o raciocínio.

Até breve... Lucele

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11/09/2008 14:43:56

Profe e colegas...
Como eu fiquei na dúvida de realmente havia compreendido bem as idéias de Maturana, resolvi pesquisar mais e encontrei ótimas explicações para a minha dúvida:

Os estudos de Maturana explicitam o sinônimo entre conhecer e viver. A noção de viver-conhecer está diretamente vinculada com o modo de relacionar-se e de organizar-se nessa relação. Não se trata de adaptação ao meio.
O viver-conhecer na relação significa, ao mesmo tempo, a criação/recriação desse espaço relacional, e de outros, e a criação/recriação do sistema em relação. Pode incluir, em algum momento, a adaptação, mas vai além dela. Para Maturana a conversa, na ação educativa, é elemento central na relação que produz o conhecimento. A conversa constitui-se, assim, em um espaço relacional por excelência na ação educativa.
Ele acrescenta que...
O educar se constitui no processo em que a criança ou o adulto convive com o outro e, ao conviver com o outro, se transforma espontaneamente, de maneira que seu modo de viver se faz progressivamente mais congruente com o do outro no espaço de convivência (Maturana, 1998b, p. 29).

segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Reflexão sobre o Projeto de Aprendizagem

Ao contrário do que eu pensava e sempre trabalhei, um Projeto de Aprendizagem não é a criação de um projeto pelo professor como nós estamos acostumados a realizar em nossas salas de aula. O Projeto de Aprendizagem, na verdade, é desenvolvido a partir das dúvidas e das perguntas dos alunos e quem o desenvolve são os próprios alunos, tentando responder as suas dúvidas, por meio de pesquisas e interação. Esse novo método de desenvolver projetos oportuniza novas formas de ensinar e aprender, além da quebra dos paradigmas que estamos condicionadas e “acostumadas” (talvez acomodadas) a fazer. Esses paradigmas foram quebrados totalmente no decorrer do processo de criação do PA, e principalmente, na quebra, de nossas atitudes frente ao conhecimento, fazendo com que através das inúmeras possibilidades de aquisição de informações possa tornar possível a aquisição e construção do verdadeiro saber de todos os envolvidos neste processo, no caso o nosso grupo.
Pensando na minha prática pedagógica, percebi que o objetivo deste tipo de trabalho é proporcionar aos educandos a possibilidade de escolher o assunto que gostariam de aprender, desenvolver o hábito da pesquisa e investigação além de interagir em ambientes informatizados, sentindo-se motivados a desenvolver a pesquisa de forma interdisciplinar e cooperativa. Foi muito bom aprender essa nova forma de trabalhar com projetos, pois o Projeto de Aprendizagem é desenvolvido a partir das dúvidas dos alunos e do que eles realmente querem aprender. Por isso quem o desenvolve são os próprios alunos, tentando responder a dúvida, por meio de pesquisas e interação. Não foi fácil mudar nossa maneira de ver um projeto, pois estávamos condicionados a outras maneiras de ensinar.
No início, tive muita dificuldade de compreender a dinâmica à distância para um trabalho em grupo. Não conseguia imaginar a interação sem o grupo se reunir. E esse foi outro paradigma quebrado. Após algumas semanas um pouco atrapalhadas, percebi que é possível trabalhar em grupo e à distância, com grande independência, pois é possível romper com horários, espaços etc. Além disso, mesmo sabendo que o mais importante era a aprendizagem adquirida durante todo o processo de desenvolvimento do PA, fiquei ansiosa para ver o seu fim, o seu desfecho, mas com o tempo, percebi que essa pressa não devia fazer parte do PA.
Gostei muito do novo desafio...

sexta-feira, 15 de agosto de 2008

Planejamento do tempo!

Reflexão sobre a construção da tabela de organização do tempo

Este semestre eu tive um certo alívio ao preparar a tabela do tempo. Finalmente, eu terei mais tempo para a realização das atividades do Pead e para momentos de lazer com meu maridinho, afinal, depois de tudo... nós merecemos. Não me arrependo de ter me exonerado de um concurso, pois fiz uma escolha: optei pela minha qualificação!!! Agora com 22h apenas, tudo ficará mais em ordem.
Eu fiquei surpreendida em ver como os afazeres domésticos me tomam bastante tempo, mas achei difícil de determinar o tempo certo durante o dia, pois nem sempre eu ocupo o mesmo tempo para fazer essas atividades. Outra coisa que me fez pensar e eu não soube como colocar na tabela foram as atividades referentes à obra da minha casa. Às vezes não preciso me envolver, outra vezes, perco uma tarde inteira. Isso eu não tive como prever na tabela do tempo, assim como outras coisas que ocorrem em nosso dia-a-dia e que não são previsíveis. Confesso que eu não consegui colocar nesse planejamento tudo, tudo que ocorre em meus dias, mas priorizei pelos compromissos fixos e que, às vezes, podem sofrer algumas pequenas alterações.
Nós semestres anteriores, eu não estava conseguindo me organizar, sempre faltavam horas em meu relógio. Acredito que se eu tivesse feito, desde o início, uma tabela de tempo, talvez conseguiria ter me organizado melhor. Depois da construção da tabela, percebi que já estou me policiando para não alterar meu cronograma, ou seja, procuro realizar as tarefas domésticas no prazo máximo do período que determinei e já estou vindo para a “minha aula” todas as tardes, durante o horário que eu pré-estabeleci.

quinta-feira, 14 de agosto de 2008

Realização do workshop!

Que aprendizagens se consolidaram no preparo e realização do workshop?



Durante a realização do workshop, eu percebi que já tenho um grande domínio do PowerPoint, mas ainda preciso desenvolver a habilidade de síntese. Tive uma certa dificuldade de resumir o trabalho em tópicos. Tinha muitas coisas que eu gostaria de compartilhar, queria falar de todas, mas o tempo era uma barreira.
Durante a apresentação, acabei excedendo o tempo. Eu estava apenas no meio de minha apresentação e o professor Crediné já estava com a placa de 2 minutos. Isso me deixou um "pouco" nervosa! Comecei a tremer e a falar muito rápido para conseguir exteriorizar tudo o que eu julgava relevante.
Mas, por fim , tudo acabou bem. No entanto, fiquei certa de que preciso ampliar minha capacidade de síntese e ser mais sucinta em meus slides.